Eu sei. A vida de empreendedor no Brasil é uma montanha-russa de desafios diários. Entre a gestão de equipes, a busca por novos clientes, a burocracia infindável e a eterna luta para equilibrar as contas, muitas vezes sinto que os empresários estão sempre apagando incêndios. E, no meio de tanto "urgente", o "importante" acaba ficando para depois. É aí que a medicina ocupacional, muitas vezes vista como um custo extra ou uma chatice legal, se encaixa – ou, melhor dizendo, *não se encaixa* na prioridade da maioria.